Requisições HTTP na taxa que você escolher, para a URL que indicar. Não é um navegador: sem JavaScript, sem imagens e sem CSS. Essa distinção pesa mais do que parece. Uma página que parece lenta no celular pode responder em 200 ms no nível HTTP, porque o atraso mora nos scripts e nos recursos. Você mede o servidor e o caminho até ele, não o aparelho do visitante.
Quais páginas o website stresser deve atingir primeiro
Comece onde o dinheiro troca de mãos: página de produto, adicionar ao carrinho, API de pagamento. Depois as páginas que se abrem para o banco: listagem de categoria e busca. Uma home com cache engole dez mil requisições por segundo enquanto o checkout morre a trezentas. Rode cada página como alvo próprio, para que a falha tenha endereço em vez de virar uma média.
Website stresser contra produção
Seu próprio site é o único lugar onde os números significam algo. Faça fora do pico, comece numa taxa que o site aguenta e suba em passos de vinte por cento. Olhe a taxa 5xx e não o gráfico de CPU: um site que responde 503 em 40 ms não está saudável, está sendo rápido em falhar. Combine um limite de aborto com quem cuida do banco e mantenha o lado de pacotes separado, numa rodada DDoS stresser, sem misturar as duas camadas num teste só.
Ler um relatório website stresser
Quatro números: requisições por segundo sustentadas, p95 nessa taxa, taxa 5xx e tempo até o primeiro byte. Uma rodada saudável tem p95 plano e 5xx perto de zero enquanto a taxa sobe. A taxa onde o p95 dobra é o seu joelho, e tudo acima disso se cita numa reunião mas não se defende depois. O relatório é baixado do painel ao fim do teste, então os números saem com você.
O que quebra primeiro num site ocupado
Workers de PHP-FPM ou Node, depois as conexões com o banco, depois tudo que chama terceiros. Uma instalação WordPress com vinte workers para em vinte requisições simultâneas, não num número redondo. O MySQL entrega max_connections em 151, e um pool que abre uma conexão por requisição chega lá muito antes de a CPU parecer ocupada. Os dois limites são configuração, não hardware. Se o servidor aguenta, a pergunta seguinte é o caminho, e o IP stresser free junto com o IP booter separam essas duas metades.
O que um website stresser não vê
JavaScript, sessões logadas e o provedor de pagamento. Um checkout real valida o cartão no navegador, redireciona para o 3D Secure e volta por webhook. Nada disso está no caminho da sua requisição. Junte à rodada um checkout com script antes do lançamento e leia o resultado do stresser como a metade servidor da resposta; uma rodada Free stresser é um teste de fumaça razoável para essa metade.
Um website stresser não é um script de carga
k6, Locust e JMeter escrevem um percurso: login, busca, carrinho, pagamento, com tempo de espera entre etapas. Essa é a ferramenta certa para a pergunta sobre o fluxo aguentar. Um stresser responde mais estreito: em que taxa de requisições este endpoint deixa de responder corretamente. Use os dois, o script primeiro, e não peça a um o trabalho do outro. Os métodos que esta página supõe estão na aba Layer 7 stresser, onde fica a lista completa.
Rodadas website stresser e a regra de autorização
Apenas sistemas próprios ou com autorização explícita. A regra vale na inclusão do alvo e de novo no início, e não é suspensa por ser conta gratuita nem por ser uma página só. O painel stresser mostra o registro depois; o Online IP stresser e o Free DDoS stresser chegam ao mesmo ponto pelo navegador e pelo pacote.